quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Planalto se preocupa mais com possível delação de “Geddel" do que com segunda denúncia da PGR





O Palácio do Planalto se preocupa hoje mais com a possibilidade de o ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso desde o dia 8, fechar um acordo de delação premiada do que com a nova denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República na semana passada contra o presidente Michel Temer.

domingo, 20 de agosto de 2017

Temer e Aécio faz articulação em reunião para tirar Tasso Jereissati do comando do PSDB





O presidente Michel Temer chamou na noite desta sexta-feira (18) o senador Aécio Neves (PSDB-MG) para uma conversa, a sós, no Palácio do Jaburu. 
A conversa, que não constou da agenda oficial, durou cerca de uma hora. Esta é a terceira vez em uma semana que Temer e Aécio se encontram. 
Segundo o blog apurou, preocupado com as críticas ao governo lideradas por Tasso Jereissati- e avalizadas por Fernando Henrique Cardoso- Temer articula com Aécio uma operação para esvaziar o grupo do presidente interino do partido. 
A estratégia de Temer é incentivar Aécio Neves a retomar o comando do partido. Assim, ele indicaria um novo interino para a presidência, isolando Tasso. 
Aécio, assim como Temer, foi delatado e gravado pelo empresário Joesley Batista. O senador é alvo de uma denúncia da Procuradoria Geral da República por ter pedido R$2 milhões ao empresário da JBS.
A crise na cúpula do PSDB se acirrou após o programa do partido veiculado na TV na última quinta-feira. Idealizado por Tasso, o programa fez ataques aos chamado "presidencialismo de cooptação" e obteve o aval de FH. 
Após a peça, tucanos ligados ao governo Temer, como os ministros Antonio Imbassahy e Aloysio Nunes, saíram em defesa do presidente. 
Tasso, no entanto, disse não se arrepender do programa, e conta com o apoio dos tucanos paulistas- como João Doria- para manter sua posição. 
Diante do impasse, os principais dirigentes tucanos se reunirão na semana que vem para tentar buscar uma solução para a crise na cúpula. 
Procurados pelo blog, o senador Aécio e o Palácio do Planalto deram versões diferentes para o encontro no Jaburu ontem.
Aécio confirmou a ida ao Jaburu. Mas disse que não foi para tratar de PSDB e, sim, sobre a Cemig: "Esse não foi o assunto tratado. Não teria sentido eu tratar esse assunto com o presidente porque ele não lhe diz respeito. Tampouco ele tocou nesse assunto. O tema da conversa foi exclusivamente Cemig, uma saída para suspender o leilão. Saída que estamos construindo". 
Já a assessoria do Planalto informou que a conversa foi para discutir "política". Sobre ter sido fora da agenda, a presidência respondeu: "Não há nenhuma lei que determine ao presidente registrar os compromissos do Jaburu em agenda". 
Se o presidente gostaria de comentar a articulação para que Aécio retomasse o comando do PSDB, a assessoria respondeu: "O presidente não se intromete na vida interna dos partidos aliados". 
Neste sábado, o presidente Michel Temer foi à residência oficial da Câmara para um encontro com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. O ministro Gilmar Mendes também participou do encontro.

Depois com a reunião com Aécio, Michel Temer se reúne com Rodrigo Maia



Em uma atitude que tem se tornado rotina nos últimos tempos, o presidente Michel Temer participou na tarde deste sábado (19) de uma reunião não registrada em sua agenda oficial.
Ele se deslocou do Palácio do Jaburu para se encontrar com os presidentes do Tribunal Superior Eleitoral, Gilmar Mendes, e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na casa deste último.

A assessoria do Palácio do Planalto confirmou o encontro, mas não disse o que foi discutido. A de Gilmar afirmou que o tema foi a reforma política em debate no Congresso e o parlamentarismo, sistema de governo defendido por Temer e por alguns líderes de partidos governistas. A Folha de S.Paulo não conseguiu falar com Maia neste sábado.

O encontro também não foi registrado nas agendas dos presidentes da Câmara e do TSE.

Com um histórico de idas e vindas e de muito improviso, a reforma política pode ter alguns de seus pontos votados na próxima semana pela Câmara, entre eles a criação de mais um fundo público para abastecer as campanhas e a mudança do modelo de eleição para o legislativo.

Temer e Gilmar já se encontraram outras vezes sem registro oficial em suas agendas.

No último dia 8 o presidente da República recebeu também fora da agenda a futura procuradora-geral da República, Raquel Dodge. A visita veio a público após ser registrada por um cinegrafista da TV Globo, por volta das 22h.

Ela disse à Folha que o motivo do encontro foi a discussão de detalhes de sua posse.

O episódio em que Temer ficou sob ameaça de perder o cargo -a conversa gravada pelo empresário Joesley Batista, da JBS&- também ocorreu no final da noite, fora da agenda oficial da Presidência da República.

Críticas

Gilmar tem se dedicado a debater a instituição do parlamentarismo no Brasil.

Rejeitado pela população brasileira em dois plebiscitos, o último em 1993, o parlamentarismo é composto por um governo comandado por um primeiro-ministro escolhido pelo Poder Legislativo, que pode trocá-lo a qualquer tempo. O atual sistema brasileiro é o presidencialismo.

Gilmar também tem criticado a proposta da reforma política debatida pelos deputados, em especial o ponto que limita mandato de novos ministros do Supremo.

"Não posso deixar de registrar, a proposta de fixar mandato de 10 anos para tribunais é mais uma das nossas jabuticabas [...] Podemos até discutir mandato para corte constitucional, mas não na reforma política. Uma coisa não tem nada a ver com a outra", disse.

Governo não tem votos para mais nada


Base aliada de Michel Temer coloca em xeque a votação da reforma da Previdência.

Nesta terça-feira, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que, neste momento, o governo não tem votos suficientes para aprovar a proposta.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Brasil não aguenta um Governo que entrega tudo aos corruptos






De olho em votações essenciais, Governo nomeia indicado do "Centrão" para o departamento de atenção básica do Ministério da Saúde.

João Salame Neto já foi citado pela Odebrecht por ter pedido 1 milhão e 500 mil reais para a campanha de Helder Barbalho ao governo do Pará, em 2014.

Governo amplia para 159 bilhões de reais as metas fiscais de 2017 e 2018.

Enquanto negocia com o Congresso a aprovação da mudança, o Planalto vai adotar um pacote de medidas para cortar gastos e tentar aumentar a arrecadação

Ministro do Planejamento explica que a revisão era necessária porque “vários órgãos” do governo operam no limite financeiro.

Dyogo Oliveira acredita que agora será possível liberar até 10 bilhões de reais em gastos no orçamento deste ano.

“Governo está literalmente perdido. A recuperação econômica esperada não ocorreu. A situação fiscal é muito grave e o mais fácil é descarregar nas costas daquele que não tem meio de resposta. Vai descarregar no funcionalismo público”, diz Marco Antonio Villa.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Ministro da Fazenda Henrique Meirelles disse que a nova “Meta Fiscal"



O Ministro da Fazenda diz que anuncia nova meta fiscal na manhã desta quarta-feira.
Governo quer autorização do Congresso para aumentar teto para o rombo das contas públicas, que para 2017 é de R$ 139 bilhões e, para 2018, de R$ 129 bilhões.


O Ministério da Fazenda informou há pouco que anuncia às 10h desta quarta-feira (16) a proposta da nova meta fiscal de 2017 e 2018.

A expectativa é que o novo valor fique em torno de R$ 159 bilhões, tanto para este quanto para o ano que vem.

Nesta terça, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que o número ainda não estava fechado, mas negou que ele pudesse chegar a R$ 170 bilhões.


Hoje o governo tem autorização do Congresso para que suas despesas superem a arrecadação com impostos e contribuições em até R$ 139 bilhões, em 2017, e em até 129 bilhões, em 2018. Esses valores são a chamada meta fiscal.

O governo, porém, não vai conseguir cumprir essas metas porque a arrecadação está abaixo da esperada e algumas receitas extras que eram esperadas não se concretizaram (veja mais abaixo).

Por isso o governo vai pedir ao Congresso a mudança da meta. Considerando que o novo valor seja de R$ 159 bilhões, significa que o governo quer autorização para elevar o teto para o rombo ou déficit das contas públicas para até R$ 159 bilhões.

Meirelles disse nesta terça que os R$ 159 bilhões seriam "um número aceitável pelo mercado", mas que se chegou a ele com base em "cálculos preliminares."

O assunto é caro ao governo Temer, que assumiu com discurso de restabelecer a responsabilidade fiscal e adotar medidas para reduzir o crescimento da dívida pública.

A revisão da meta gera desconfianças nos investidores. E o governo quer garantir que não será preciso propor mudança de valores novamente mais à frente.

Evitar alta de impostos

As discussões agora são dominadas pelo cálculo das receitas com as quais o governo poderá contar para ter certeza de que será possível cumprir a nova meta fiscal sem a necessidade de recorrer a novos aumentos de impostos, que dificilmente seriam aprovados no Congresso.

Boa parte dessas receitas extras deve vir de novas concessões. Na noite de segunda houve reuniões em Brasília para discuti-las, uma delas entre os ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, e dos Transportes, Maurício Quintella.

Moreira Franco é o responsável pelo Programa de Parcerias em Investimentos (PPI), o programa de concessões e privatizações do governo Temer.

Na semana passada, Quintella confirmou que o governo estuda leiloar 19 aeroportos que hoje estão sob o comando da estatal Infraero, entre eles Santos Dumont e Recife. Fontes do governo estimam que o leilão pode render até R$ 20 bilhões.

Outra medida em estudo é a venda da participação da Infraero nos aeroportos concedidos durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, entre eles Guarulhos, Brasília e Viracopos (Campinas).

O governo também conta com concessões no setor elétrico para garantir receita extra ainda neste ano. Está marcado para o final de setembro o leilão de quatro hidrelétricas e o governo espera arrecadar R$ 11 bilhões com o pagamento de outorga pelos vencedores.

Governo pretende tributar fundos exclusivos de investimento e arrecadar mais


Natuza Nery informa que o governo pretende tributar fundos exclusivos de investimento para aumentar a receita. A proposta da equipe econômica prevê arrecadar de R$ 4 bilhões a R$ 8 bilhões.

Com dinheiro público Marcela Temer dá mimo de presente (apartamento funcional) para suas funcionárias

A Secretaria de Administração do Palácio do Planalto aprovou a concessão de apartamento funcional para duas assessoras pessoais da primeira-dama, Marcela Temer. Denise Silva dos Reis Leal e Cintia Borba estão lotadas no gabinete presidencial.

Denise atua como nutricionista da primeira-dama, sendo responsável pelos cardápios elaborados para as refeições no Palácio do Jaburu e também no Palácio da Alvorada.

Já Cintia é responsável pelas questões particulares de Marcela.

De acordo com o Planalto, ela cuida da “rouparia”, atuando como uma espécie de “supervisora” da residência oficial do presidente da República.

O benefício do apartamento funcional é dado a servidores que ocupam cargos DAS 4, 5 e 6. Ambas as servidoras são DAS 4.

Denise pleiteou o apartamento funcional à Secretaria de Administração do Processo, responsável pela autorização dos imóveis. O processo foi aprovado porque, segundo o Planalto, ela atendia a todos os requisitos exigidos.

Já Cintia Borba, também lotada no gabinete presidencial, foi agraciada com um apartamento funcional. O Planalto informa que ela é responsável pela “rouparia” do Palácio do Jaburu e do Alvorada, responsável pela supervisão também de “lavanderia, faxina e arrumação” das residências oficiais.

domingo, 6 de agosto de 2017

Dilma caiu, Temer não.


O motivo das pedaladas serem crime não e a oneração da fazenda pública como diziam os golpistas, mas o DESTINO DO DINHEIRO. O crédito suplementar motivo das pedaladas era pra beneficiar o povo e não os politicos

terça-feira, 25 de julho de 2017

Sem dinheiro para "pagar Deputados" Temer faz Plano de Demissão Voluntária para servidores concursados


O governo federal deve editar nos próximos dias uma medida provisória para criar um programa de demissão voluntária (PDV) para os servidores públicos do Poder Executivo, informou o Ministério do Planejamento nesta segunda-feira (24). 

As regras ainda não estão fechadas, mas a proposta inicial é de que os servidores que aderirem tenham direito a um salário e meio para cada ano trabalhado. 

O objetivo do governo é diminuir os gastos com a folha de pagamentos, num momento de fragilidade nas contas públicas. 

Os gastos da União com o pagamento de servidores aumentaram nos últimos três anos em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). 

Em 2014, por exemplo, o governo gastou R$ 222,37 bilhões (3,8% do PIB) com pagamento do funcionalismo. O valor passou para R$ 238,49 bilhões em 2015 (o equivalente a 4% do PIB) e para R$ 257,87 bilhões em 2016, o equivalente a 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB). 

Segundo o Ministério do Planejamento, o aumento proporcional decorre, principalmente, da recessão na economia, que gerou queda do PIB nos últimos anos e aumentou o peso dos gastos com pessoal. 

Desde o início da crise, o governo vem reduzindo a autorização de concursos. Entretanto, as restrições orçamentárias não impediram o presidente Michel Temer de sancionar a lei que reajusta o salário de oito categorias do serviço público. 

Ao todo, 68.149 pessoas serão beneficiadas pelo aumento, entre servidores da ativa, aposentados e pensionistas. O texto original previa um impacto em 2017 de R$ 3,7 bilhões e de R$ 10,91 bilhões até 2019.

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